Domingo, 13 de Março De 2011

Outlandish , 5.

Desculpem-me , Desculpem-me , Desculpem-me :$

Espero que gostem do capitulo , hoje dedico-me a isto :3

beijos , Ann.

 

« - Estás tola? – falei baixo. »


De uma maneira geral, está cientificamente provado que fumar mata. Mas eu queria lá saber que fumar matasse! Se eu morrer, pelo menos não morro nervoso como estou agora. Preferia entrar para um concerto esgotado do que fazer o que estou a fazer. Então, decidi fumar um cigarro enquanto conduzia para ir a casa da Drew. Eu sabia bem onde era, já lá tinha ido muitas vezes.  Ainda ficava longe da casa onde eu vivia  agora.

Foi uma ideia digna vir viver para cá, mesmo que o Georg um dia queira que eu lhe beije os pés por isso, eu nunca o faria. Que nojo!

Estacionei na rua a seguir á casa dela para não dar muito nas vistas; estava frio. Toquei á campainha do segundo andar.

- É o Tom.

Ela estava acordada, e eu rezava para que a Megan estivesse a dormir – mas a dormir muito bem.

Abriu a porta branca devagar, e antes de sair para o hall eu empurrei-a para dentro ao mesmo tempo que a chegava para mim.

- Tom... – chamava-me em modo de suspiro. Gostava mesmo quando ela fazia isto.

Encostei-a rápido á primeira parede que apareceu. Estava a beijá-la freneticamente, até que parei para a olhar.

Estava linda. Trazia pouca roupa – provavelmente porque estava a preparar-se para ir dormir – , e o cabelo estava solto.

- Se quiseres, podemos ir para um sitio mais confortável... – disse-lhe.

Mas nem esperei que ela me respondesse. Voltei a beijar-lhe o pescoço e o peito com a vontade com que se agarra á vida.

Era isto que acontecia sempre que me encontrava com ela. E este era o nosso segredo. Ninguém mais sabia disto.

As mãos dela entraram para dentro da minha camisola ficando em contacto com a minha pele; e eu desde a sua coxa, passei a mão por todo o seu corpo, de baixo a cima, parando só nos peitos e acabando no pescoço.

- Tom!... – chamou-me mais uma vez. Mas agora agarrou-me as mãos para as tirar de cima dela.

- Diz... – respondi abafando a voz num beijo que lhe depositei nos lábios.

- O Liam... – começou ela. Mas voltou a beijar-me. – Ele está aqui. Ele chegou á pouco. Ele está lá dentro.

Separei-me dela de imediato.

- Estás tola? – falei baixo.

Ela voltou a aproximar-se e a beijar-me. E eu, que havia eu de fazer? Voltei a retribuir-lhe. Como poderia eu resistir?

- Quando? – perguntei.

- Talvez, amanhã.

- Estou ansioso.

Separou-se de mim e eu saí da casa dela voltando a correr para o meu carro.

Quando entrei na minha casa o meu pequeno irmão continuava com a Natalie na sala. Estava lá com ela desde que eu tinha saído. Enfim, enfim. Ele pensa que aquilo está a ficar sério. Mas eu acho mesmo que não  está nada, ele não gosta dela.

Bati á porta do quarto do Gustav. Havia reunião lá, de certeza.

- Entra! – gritou Georg.

- Respeitinho menino! – disse eu para Georg. Gustav riu-se á gargalhada.

- Então, conta lá o que foste fazer!...

Georg sabia perfeitamente que a minha razão para vir para cá era a Drew, embora não soubesse que tínhamos um caso. Caso? Se calhar, esse termo é muito forte para definir a relação entre mim e a Drew. Relação? Seja...

- Hobbit, conta tu o que fizeste! – provoquei-o.

- Ahah, ele vai ajudar a Grace com as mudanças! – desfez-se Gustav.

- Não me digas, Hagen! Um pequeno passo para a humanidade, um grande passo para o nosso anão!

Georg fez-me um gesto obsceno, pronto, tinha de ser.

- E tu Gustav? – perguntei.

- Eu? Eu o quê?

- Tu e a Megan... – insinuou Georg.

- Nada... – disse sorrindo.

Quando o Gus sorri desta maneira, nunca é inocente. Passa-se alguma coisa, e eu não me chamo Tom Kaulitz se não descobrir o que é. E falando em Tom Kaulitz, não seria eu se não arranja-se uma companhia nocturna.

Peguei no telemóvel e vi todos os contactos que tinha de Berlim. Escolhi  a que tinha um nome mais bonito, visto que não me lembrava de nenhuma.

 

publicado por tomsgibson às 12:40
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Sábado, 05 de Fevereiro De 2011

Outlandish , 4.

Olá meninas ! Sim , podem matar-me *w*

Eu sei que não tenho vindo cá nem nada , mas juro que vou tentar ser mais regular. a paciência não tem andado muito em cima e digamos que com a mudança de casa o tempo também não $: mas pronto.

Bem, hoje trago-vos um capitulo narrado pelo Georg. O único capitulo da fic que não é narrado nem pelo Tom nem pela Drew. Mas mesmo assim, espero que gostem .

beijinhos a todas , e obrigada pelos comentários . Ann

 

ps - posso dizer-vos que o capitulo 5 é uma bomba.

 

«- Pensas que tenho estes músculos todos para quê? »


Sempre ouvi dizer que as raparigas bonitas, ou tinham muito mau feitio, ou então eram comprometidas. Isso, para mim, era uma das coisas que tornava Grace Westermann ainda mais irresistível do que o normal das raparigas. E olhem que eu conheço muitas; ao contrário do que aparento, ou do que o Tom diz, até sou bem sucedido nessa área.

Conheci a Grace quando saí de Berlim para passar a viver em hotéis e autocarros como se fosse um nómada. Nós não temos muito contacto, mas agora que convenci os rapazes da banda a vir viver para Berlim novamente vamos passar a ter. Assim espero.

- Georg! – chamou-me Gustav. – É melhor colares menos.

Ele referia-se ao facto de eu ficar a olhar para ela, tal como ficava um miúdo de doze anos a olhar para o seu primeiro amor. E aquele não era o meu primeiro amor. Já tinha tido a Silvia, que não é assim tão antigo quanto isso... Acabamos á quatro ou cinco meses, nem sei bem.

No fim de jantar, a Drew e a Megan apanharam boleia com o Gustav, e eu, ofereci-me para ir levar a Grace até casa, claro! O Tom topou-me logo, como não podia deixar de ser.

- Então, e estás em mudança? – perguntei-lhe tentando quebrar o gelo que se sentia dentro do carro.

- Pois é. Estou a mudar-me para uma casa em frente á casa da Emma. A senhoria vai alugar os três quartos que tem. Ela vai sair de lá.

- E já sabes com quem vais viver?

- Não, ainda não sei. Mas os outros também já se estão a mudar também.

- Se precisares de ajuda para as mudanças, podes contar comigo. – sorri.

- Tu? Mudanças?

- Pensas que tenho estes músculos todos para quê?

A Grace riu.

- Está bem Georg. Talvez te ligue ainda esta semana para me ajudares...

Fiquei mesmo contente quando ela me disse aquilo. Tenho a ligeira impressão de que vim para casa com um sorriso nos lábios. Enfim. Quando entrei em casa, o Bill estava no sofá aos beijos com a Natalie. Engraçado, eu nem sabia que ela também tinha ido.

- Boa noite. – interrompi. Oh, sou tão podre!

- Boa noite, Georg.

- Onde está o Gustav?

- Está no quarto. – respondeu Natalie num tom arrogante.

Subi as escadas lentamente para os deixar sozinhos de novo. Suspirei e bati á porta do quarto do Gustav.

- Entre. – disse ele.

- Posso, Gus?

- Entra. Como foi? – perguntou-me.

- Foi bom! Ela convidou-me para a ajudar nas mudanças.

- E tu vais?

- Vou claro. – ri.

- O Tom vai adorar saber isso, Hobbit. – ele gozou.

- Falando em Tom. Ele está onde?

- Ainda não chegou.

Sorri sarcásticamente.

 

publicado por tomsgibson às 11:26
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